Silógica
Apontamento de produção que não espera a rede, consulta de estoque pela câmera e a carteira do vendedor em campo — sobre os mesmos dados do sistema que a sua empresa já usa.
O que cada pessoa vê sai do cadastro dela no ERP: quem só aponta hora não recebe a carteira de clientes, e quem vende não recebe a fábrica.
As ordens de fabricação vivas, com o que tem hora aberta na frente. Apontar comecei e terminei, as operações e as horas da ordem.
Consulta de produto e saldo por armazém, com leitura do código de barras da etiqueta no lugar do teclado.
Pedidos em aberto, carteira de clientes e os títulos em aberto do cliente — antes de entrar na reunião.
Os poucos números que cabem na primeira tela, já no formato do idioma do aparelho.
O aplicativo foi medido para o galpão, e não para a mesa.
O gesto é gravado no aparelho na hora e sobe quando houver sinal, na ordem em que aconteceu. O operador aponta com a peça na mão, e não depois, de memória — que é o que faz o custo da peça sair errado.
Ler a etiqueta encontra o produto ou a ordem sem digitar. Nenhuma imagem é guardada nem enviada: a câmera só decodifica o código.
Os alvos de toque partem de 48 px, e os botões que gravam no ERP são maiores que isso de propósito — errar o botão com a peça na mão é apontar hora na operação errada.
Não há cadastro no aplicativo. Quem entra é o usuário que o administrador da empresa já criou no ERP, e o mesmo login abre mais de uma empresa quando a pessoa tem acesso a mais de uma. Sair apaga a sessão do aparelho; o cadastro continua na empresa.
O aplicativo roda no celular, instalado pelas lojas. Há também uma prévia em navegador, usada para validação — ela mostra as mesmas telas, mas o navegador não tem o cofre do sistema onde o aplicativo instalado guarda a sessão, então não é o caminho recomendado de uso nem deve ser aberta em computador compartilhado.
Abrir a prévia em navegador